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Secretários de Segurança de sete estados se reuniram nesta quarta-feira, 10, durante o 20° Fórum de Governadores da Amazônia Legal, realizado no Hangar Centro de Convenções, em Belém. Ao longo da manhã foram pautadas problemáticas em comum, mas que ultrapassam os limites geográficos de cada unidade federativa, além de soluções que possam minimizar as ocorrências policiais. 

A câmara técnica que reuniu os secretários de Segurança Pública dos estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso, Amazonas, Tocantins, Acre e Roraima conduziu o debate em torno do tema: Programa Tático Operacional de Articulação Interestadual em Segurança. 

O Pará, apesar de ter reduzido o número de registros, divide com o Maranhão a preocupação com as ocorrências de roubos a carros fortes e agências bancárias. Assim como os crimes ambientais, como queimadas florestais e desmatamento, as ações do crime organizado são problemas que precisam ser enfrentados pelo Amazonas e demais entes federativos que compõem a Amazônia Legal. Para dificuldades em comum, estratégias integradas.

"É importante que nós, que temos problemas parecidos, na Amazônia Legal, possamos trocar informações de aquisições, equipamentos de operações conjuntas, interestaduais e até operações regionais. É importante discutir problemas e apresentar soluções para que possamos, de forma conjunta, realmente apresentar ações de soluções para a criminalidade, para o desmatamento, incêndios florestais, todas as atividades que fazem parte da rotina da Segurança Pública", ressaltou o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Ualame Machado. 

O secretário Adjunto de Segurança Pública do Maranhão, Saulo Pereira, destacou a integração na área, sobretudo contra o crime organizado, desmatamento, queimadas e ações que são possíveis oportunizar, como a compra de armamento. "Na divisa dos estados é que existem essas ações, como na fronteira entre Pará e Maranhão, Piauí e Tocantins, por exemplo. Então, daí a importância de se construir estratégias coletivas", informou. 

No período da tarde, o Fórum vai validar as medidas dialogadas pela manhã, para serem adicionadas ao conteúdo das outras câmaras técnicas que serão deliberadas entre os governadores e demais gestores, a fim de compor a Carta de Belém. O evento segue até a quinta-feira, 12. 

Texto: Aline Saavedra / Agência Pará

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