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A Polícia Civil do Pará, por meio da Superintendência Regional do Caeté, prendeu dois homens durante a Operação “Super Shock”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (19), visando combater o furto de baterias de antenas de telefonia, no município de Bragança, nordeste Paraense. 

Os investigados foram presos pelo crime de receptação, após serem encontrados com várias baterias furtadas. A ação ocorreu após a equipe Policial ter sido procurada por um funcionário de uma empresa de telecomunicações, o qual relatou que frequentemente a empresa é vítima de furtos, os quais além de causarem grande prejuízo financeiro, prejudicam a população, pois a comunicação é interrompida após a retirada de um equipamento essencial como este. 

Diante da denúncia, uma apuração foi feita e a ação deflagrada para fiscalizar alguns locais onde provavelmente os objetos furtados eram vendidos. Durante as diligências, foi possível localizar 10 baterias de gel, que haviam sido furtadas da referida empresa, todas com alto valor comercial, no estabelecimento de um dos indiciados.

Em ato contínuo, mais cinco baterias furtadas da mesma empresa foram encontradas em outro estabelecimento. Ao todo, 15 unidades foram apreendidas. Os dois proprietários foram conduzidos até a Delegacia para procedimentos e, posteriormente, encaminhados ao sistema penitenciário. 

Crime - Ambos vão responder por receptação, crime previsto no Art. 180 da Lei 9.426/96, a qual prevê pena de reclusão de um a quatros anos e multa.  As investigações seguem com intuito de identificar e localizar os responsáveis pelos furtos e outros possíveis receptadores.

Operação Loki - Uma outra Operação da Polícia Civil foi desencadeada em maio deste ano, para cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão contra uma organização criminosa acusada de furtar baterias de antenas de telefonia em vários municípios do Pará.

De acordo com as investigações, as baterias tinham um valor comercial de aproximadamente R$ 5 mil. Na ocasião, um homem foi preso, o qual era ex-funcionário de uma empresa terceirizada, que prestava serviço às operadoras e tinha conhecimento técnico para retirar as baterias do lugar. Inclusive, tinha acesso a uma "chave mestra", o que facilitava o crime. Além da apreensão de celulares, capacetes - utilizados nas ações criminosas, uniformes, chaves mestras e ferramentas.

Por Roberta Meireles (PC)

 

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