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De acordo com as investigações, os aparelhos têm valor comercial relevante e chegam a custar R$ 5 mil

A Polícia Civil, por meio da Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM), deflagrou na manhã desta terça-feira (4) a Operação Loki, para cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão contra uma organização criminosa acusada de furtar bateria de antenas de telefonia, em vários municípios do Pará.

As diligências iniciaram por volta de 5h30, com saída da delegacia de Icoaraci, distrito de Belém. O líder da quadrilha foi preso no bairro da Campina, em Icoaraci.

"Durante as investigações, conseguimos identificar alguns dos acusados e solicitamos os mandados à Justiça. Na ação, obtivemos êxito na prisão de um dos acusados no bairro Campina, em Icoaraci, o qual confessou ter praticado o delito", disse o titular da Seccional de Mosqueiro, delegado Heitor Magno.

De acordo com as investigações, as baterias têm um valor comercial relevante e chegam a custar R$ 5 mil. Ainda no ano passado, duas torres tiveram seus dispositivos furtados na ilha de Mosqueiro. O fato foi comunicado à Polícia à época, quando as investigações começaram.

Durante as diligências, constatou-se que o homem preso nesta terça é ex-funcionário de uma empresa terceirizada, que prestava serviço às operadoras e tem conhecimento técnico para retirar as baterias do lugar. Inclusive, tinha acesso a uma "chave mestra", o que facilitava o crime.

Três mandados de busca também foram cumpridos em Belém. Celulares, capacetes - utilizados nas ações criminosas, uniformes, chaves mestras e ferramentas foram apreendidos.

Após a prisão, o homem foi encaminhado para a unidade policial onde foi indiciado pelos crimes de furto qualificado pelo arrombamento, abuso de confiança e associação criminosa. As investigações seguem com intuito de identificar e localizar outros envolvidos.

Participaram da operação "Loki" agentes da Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM): Seccional de Mosqueiro, Icoaraci, Marituba, São Brás, Guamá e Pedreira.

*Com a colaboração de Talison Lima (Ascom/PCPA).

Por Evaldo Júnior (PC)

 

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