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Mesmo com o retorno gradativo da atividade econômica, a Segup pede à população que mantenha os cuidados preventivos ao novo coronavírus

O Pará esteve na 23ª posição no ranking nacional de isolamento social no sábado (27), com 40,32% das pessoas em casa para evitar a proliferação da Covid-19. Os dados foram divulgados neste domingo (28) pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). As cidades com maior registro de desobediência à recomendação de ficar em casa, registrando baixo índice de isolamento, foram Mãe do Rio (30%), Abel Figueiredo (30,8%) e Augusto Corrêa (32,2%). Já as que alcançaram melhores índices foram Chaves (64,4%), Santarém Novo (57,1%) e Bagre (56,8%).

Em Belém e Ananindeua, na Região Metropolitana, foram registrados, respectivamente, os índices de 41,57% e 40,5%. Em Belém, incluindo os distritos, os bairros com as maiores taxas de pessoas em casa foram: Souza (60%), Val de Cães (54,7%) e Mangueirão (52,9%).  As piores taxas foram nos bairros Curió-Utinga (13,6%) e Águas Lindas (20,7%), e na localidade São João do Outeiro (27,9%).

Em Ananindeua, os melhores índices foram registrados nos bairros Júlia Seffer (48,1%), Levilândia (47,9%) e Paar (47,9%).  As piores taxas foram observadas em Águas Lindas (31,4%), Curuçambá (27,65%) e Guanabara (28,7%).

O titular da Segup, Ualame Machado, destaca que a redução no índice de isolamento social reflete a reabertura, gradativa, de serviços antes não liberados. Mas ele ressalta que o distanciamento social deve ser seguido por todas as pessoas que podem ficar em casa. "O retorno é gradual e deve ser feito com muita responsabilidade. Àqueles que ainda puderem, pedimos que fiquem em casa. As outras pessoas que precisam sair, pedimos que permaneçam tendo os mesmos cuidados, como o uso de máscara e álcool 70%, tudo para reduzir os riscos de contaminação", acrescenta.

Serviço: O percentual de isolamento nos 144 municípios paraenses e o monitoramento completo estão disponíveis e atualizados, diariamente, em um espaço exclusivo sobre os índices no site da Segup.

Por Aline Saavedra

 

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