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Belém e Ananindeua registraram, respectivamente, os índices de 40,4% e 39,4%

O Pará alcançou a 17ª posição no ranking nacional de isolamento, na segunda-feira (27), com a taxa de 39,05% das pessoas em casa para evitar a proliferação do novo coronavírus. De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (28), pela Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Belém esteve no 15º lugar entre as capitais, registrando taxa de 40,4%.

Na análise das cidades paraenses, os três melhores índices de isolamento foram nos municípios de     São João da Ponta (56%), Afuá (52,9%) e Marapanim (52,9%). As cidades com maior registro de desobediência à recomendação de ficar em casa foram Sapucaia (24%), Goianésia do Pará (24,1%) e Senador José Porfírio (26,3%).

RMB - Na capital paraense e em Ananindeua foram registrados, respectivamente, os índices de 40,4% e 39,4%. Em Belém, incluindo os distritos, os bairros com as maiores taxas de pessoas em casa foram: São Francisco (54,5%), Mangueirão (48,9%) e Pratinha (48,6%). Já as piores taxas ficaram com Paracuri (26,3%), Itaiteua (28%) e Água Boa (28,2%).

Em Ananindeua, os melhores índices foram registrados nos bairros Centro (46%), Cidade Nova I (45,2%) e Cidade Nova VIII (45%); as piores taxas foram observadas em Guanabara (30,6%), Julia Seffer (32,6%) e Águas Linda (33,2%).

Sobre os bairros que aparecem com os menores índices de isolamento social, o titular da Segup, Ualame Machado, pontua que existem características que o tornam mais vulneráveis a concentração de pessoas.

"Os bairros que ficaram com os piores índices, muitas vezes são aqueles que têm grandes feiras a céu aberto, o que culmina em uma maior aglomeração, passível à proliferação do vírus, como a feira 8 de Maio em Icoaraci. Nesses locais, em especial, pedimos a contribuição das pessoas para que usem a máscara, e só se dirijam quando necessário e de forma breve", explicou.

SERVIÇO

O percentual de isolamento nos 144 municípios paraenses e o monitoramento completo estão disponíveis em um espaço exclusivo sobre os índices no site da Segup.

Por Bruna Ribeiro

 

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