Operação policial prende integrantes de grupos criminosos em Soure

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Durante a Operação Guettos, coordenada pela Superintendência da Policia Civil na região oriental do arquipélago do Marajó, realizada nesta quarta-feira (31), sete homens foram presos em cumprimento a mandados decretados pela Justiça.

Agência Pará

A Polícia Civil deflagrou, em Soure, na Ilha do Marajó, a segunda fase da Operação Guettos, que tem por objetivo prender integrantes de grupos de criminosos, conhecidos no município como 'gangues'. Durante a ação policial coordenada pela Superintendência da Policia Civil na região oriental do arquipélago, realizada nesta quarta-feira (31), sete homens foram presos em cumprimento a mandados decretados pela Justiça. Eles são apontados como responsáveis pelos crimes de tráfico de drogas, receptação de motocicletas roubadas ou furtadas, corrupção de menores e lesões corporais. Em menos de dois meses, já são 21 pessoas envolvidas em gangues presas como resultado da operação policial.

A primeira fase da Operação Guettos foi deflagrada em novembro de 2017. Na ocasião, explica o delegado Rodrigo Amorim, titular da Superintendência, foram presas 14 pessoas ligadas às gangues dos bairros Novo e Pacoval. Ontem, na segunda fase, 19 policiais civis lotados em delegacias da região saíram às ruas de Soure para cumprir os mandados de prisão expedidos pela Justiç, decorrentes de inquéritos policiais instaurados para apurar os crimes praticados por esses grupos.

Os presos são ligados às gangues que atuam nos bairros de São Pedro e Umirizal, em Soure. Foram presos Marco Antonio Lobo Souza, Roger Vinicius Marques Brito, Alexandre Mateus Cruz Barbosa, Willian Assunção Aragão, Fabrício Aragão Pinho, José Carlos Batista Neto e um preso sem documento de identidade, conhecido apenas como Brian. Soure é uma das poucas cidades do Pará que ainda registra a ação de gangues.

O delegado explica que a operação busca investigar o modo de atuação desses grupos em Soure e identificar os líderes, além de apurar a relação existente entre eles e crimes ocorridos no município relacionados ao tráfico de drogas, entre outros delitos registrados. "As prisões foram estrategicamente programadas o período anterior ao Carnaval, pois a investigação aponta que os integrantes do grupo estariam dispostos a provocar tumultos e brigas, além de fomentar o comércio de drogas no município nesse período", detalha o delegado.

Nas residências de Marco Antonio e Roger Vinicius foram apreendidas drogas. Com o primeiro havia 15 petecas de maconha, e com o segundo oito pedras de "óxi" de cocaína. Ambos foram presos em flagrante por tráfico de drogas. Todos os presos estão recolhidos à disposição da Justiça.

Por Walrimar Santos 


 

 

 

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