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Operação prende terceiro envolvido na morte de analista judiciário

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Um quarto envolvido no crime, Joelson Corrêa Castro, de apelido Preto, está foragido

Agência Pará de Notícias

As Polícias Civil e Federal prenderam, na madrugada desta quarta-feira, 17, durante operação conjunta, no bairro do Barreiro, em Belém, Rogério Alberto Almeida da Silva, 27 anos, de apelido Jacaré, acusado de integrar a associação criminosa responsável pelo latrocínio - roubo seguido de morte - do analista judiciário Pietro Ricardo Oliveira Vanetta, de 29 anos.

A vítima foi morta com um tiro, durante assalto na casa da família, situada no bairro de Nazaré, em Belém, em 5 de janeiro deste ano. Rogério está com prisão preventiva decretada pela Justiça após ter sido identificado como um dos envolvidos no crime durante as investigações coordenadas pela Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil. Além dele, Reinaldo Pinheiro dos Santos, 28 anos, e Alex da Conceição Garcia, 23 anos, de apelido "Abaeté", já estão presos. Um quarto envolvido no crime - Joelson Corrêa Castro, de apelido Preto - está foragido.

A operação para prisão de Rogério foi comandada pelo delegado Fernando Bezerra, responsável pelo inquérito do caso, e que coordenou cinco equipes policiais para prender o acusado. Jacaré estava escondido na área conhecida como mata da Eletronorte. De acordo com o delegado André Costa, diretor da Divisão de Homicídios, a prisão de Rogério é importante para revelar a dinâmica da ação criminosa e sanar contradições apresentadas nos depoimentos prestados pelos demais presos por envolvimento no crime. Ao delegado Fernando, o preso acusou Joelson de ser o autor do tiro.

Rogério foi conduzido para a Divisão de Homicídios, no bairro de São Brás, onde foi ouvido em depoimento pelo delegado Fernando Bezerra e depois foi levado ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, onde passou por exame de corpo de delito, para depois ficar à disposição da Justiça. Desde o início das investigações, a Polícia Federal colocou agentes federais para atuar em conjunto com a Divisão de Homicídios na apuração do latrocínio. A vítima é filho de um policial federal aposentado.

No mesmo dia do crime - 5 de janeiro - foi preso o primeiro acusado. Reinaldo Pinheiro dos Santos foi reconhecido e autuado em flagrante pelo crime. Ele foi apresentado na DH por uma guarnição da PM, de posse do carro - táxi Voyage, cor branca, placa QEC 8202 - usado no crime. O veículo foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança perto do local do crime.

Egresso do Sistema Penitenciário do Pará, Reinaldo já respondia a outros quatro processos pelos crimes de roubo e receptação de roubo, e tem condenação judicial de 9,7 anos de prisão por roubo a residência. Ele estava preso até 1º de novembro de 2016, quando saiu da prisão por decisão judicial em liberdade provisória.

Em 13 de fevereiro, foi preso Alex da Conceição Garcia, 23 anos, de apelido "Abaeté". Ele foi encontrado por uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios escondido na casa de familiares, no bairro São Sebastião, periferia de Abaetetuba, região do Baixo Tocantins.

O preso confessou participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparo e apontou Joelson como o responsável. Uma denúncia feita ao fone 181, o Disque Denúncia, levou a equipe de policiais civis até o local onde Alex estava escondido, em Abaetetuba. As investigações prosseguem para chegar à prisão de Joelson. A população está pedindo que se a população tiver alguma informação que ajude na captura do foragido, ligue para o fone 181, o Disque Denúncia. A ligação é sigilosa e anônima.

Por Walrimar Santos 


 

 

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